sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Nova carta para ela
Querida Isis,
Mais um ano se passou desde aquele dia em que você chegou ao mundo, toda miudinha e frágil. Na verdade, hoje se completam três anos desde esse dia!!! Três anos!!!! É clichê, mas verdade: o tempo voa demais! Você está aí, completando seu terceiro ano de vida e para mim parece que hoje mesmo, ainda pela manhã, você ainda era a minha bebê, toda molenguinha e pequena, que me deixava de cabelos em pé sem saber o que fazer com aquele meu pedacinho de gente. Há três anos você chegava para mudar, por completo, a minha vida e do seu pai, a de seus avós e tios e de todos aqueles que a cercam.
E foram tantas as mudanças desde aquele seu primeiro dia de vida! De bebê miúda você passou a menininha esperta e linda. Para quem apenas balbuciava algum dialeto 'nenenês' que ninguém entendia até há pouco tempo, agora você tagarela e brinca com as palavras. E tem já um pezinho nas artes que me surpreende: dramática e palhaça como ninguém, você ainda gosta tanto de música, de cantar e dançar que só me enche de orgulho.
Tem também um geniozinho forte que, às vezes, acaba sendo difícil de lidar com ele. Quando decide por algo é difícil te convencer do contrário. E as suas pirraças... Ah! As pirraças! Sobre essas ainda espero que consigamos nos entender. E logo!
E com todas as suas manhas e pirraças, seus sorrisos, tagarelices e dramatizações você chegou há três anos para me fazer entender o que é um amor sem medida.
Então, meu querido pedacinho de gente, hoje o dia é seu. Mas eu quero desejar que o mundo seja seu. Que além de todas as felicidades possíveis, você aprenda a abraçar a vida com paixão e mostrar a que veio. Enfim, te desejo tudo de melhor que uma mãe pode querer para seu filhote.
Amo você muito, minha pequenina! Parabéns pelo seu aniversário!
Beijos muito carinhosos de sua mãe
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Saudade
Toda mãe, em algum momento, pede por umas férias de filho, nem que seja de um dia apenas. Mas é só o pequeno ficar longe por alguns dias que o coração aperta, a saudade bate e ficamos perdidas sem saber o que fazer com o tempo livre.
Enfim... Já estou contando as horas para ter Pequenina de volta ao meu colo, aconhego e tudo mais que ela tiver direito...
terça-feira, 16 de julho de 2013
O tempo passa... O tempo voa...
Já faz um tempinho bom desde o último post. Na verdade, quase meio ano se passou. E daquele texto(onde contava sobre o início da vida escolar de Pequenina)para agora muito já se desenrolou na vida desse meu projetinho de gente.
Esses cerca de 5 meses como estudantezinha passaram modificando bem jeitos, trejeitos e feições da pequena. Quem antes ainda era uma bebê, andando com desengonço e falando um dialeto próprio, agora pula, corre, conta e canta histórias, e já sabe direitinho o que quer e ai de quem contrariar...
O início da vida escolar dela foi complicado, assim como geralmente o é para quase todos os pequenos e para o desespero das mamães e papais de plantão. Foi um tal de ir dia sim, três dias não para a escola por conta de gripe, infecção de ouvido, de garganta, bronquite, sinusite e outras 'ites' mais. E para a mãe foram noites e noites mal dormidas, e dias de trabalho perdidos. Mas depois de muitos remédios, das idas aos médicos e de dolorosas injeções, Pequenina fechou, enfim, seu semestre letivo toda saudável, esperta, tagarela e com mais uma porção de novidades que andam me deixando embasbacada e com uma sensação de que a qualquer momento vou explodir de tanto orgulho.
segunda-feira, 4 de março de 2013
Nova vida de estudante
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
SMA - Síndrome da Mãe Abandonada
Pequenina resolveu tirar uns dias de férias da mãe e partiu para o Rio, para visitar o pai. Com isso, acabei ganhando uma semana de folga, para poder fazer o que bem entendesse (diga-se dormir e dormir e dormir...).
Mas, após três dias longe da pequena, ao chegar em casa após o trabalho o que bateu foi a SMA - Síndrome da Mãe Abandonada. Encontrei a casa vazia, morta, sem aquela alegria, barulho e bagunça típicos dos habitats dessas miniaturas de gente. E mais: fiquei completamente desorientada, sem saber direito o que fazer com toda a minha noite livre.
Sabia que poderia dormir a hora que bem quisesse, sem me preocupar em ter que colocar a filhota para deitar e acabar, quase sempre, apagando junto (ou até mesmo antes dela). Ou poderia assistir a um filme completo sem ter que parar a todo momento para assistir às gracinhas da pequena. Poderia namorar sossegada sem presenciar ataques de ciúme e possessividade (dela e dele). Poderia passear sem hora para voltar... Poderia tantas coisas... E nada! Fiquei estagnada, me sentindo abandonada pela carne da minha carne...
Enfim, acho que quando começar a curtir o meu tempo livre, já estarei com Pequenina de volta... Vou assistir meu tempo livre sair voando e vou invejar quem o tem e sabe como aproveitá-lo. É sempre assim... Mas, em compensação, minha SMA acabará junto com a saudade da pequena que já anda apertada. Bem apertada...
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